How to burn out doing a little

Burn out is a very common situation among teachers, since they tend to easily mix professional and personal lives. How to work hard without burning out?

Working hard can be no hard work at all. On the other hand, regular workload can be as tiresome as taking the shift work of Atlas. Two factors come into this equation: the energy dispended on each task; and the balance between work and the whole life beyond. Teachers have an expected workflow that easily mixes private and professional lives, as they often are expected to do part of the job at home. This can be overwhelming, leaving a sense of being totally drained out by this vampire job, as we more and more intertwine private relationships and our work in a zombiefying process of 24/7 working schedule. But we do it all for pleasure, don’t we? Continue reading “How to burn out doing a little”

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Learning is a Tool to Openness

Fluency in any language doesn’t depend on learning, but learning can create the proper conditions to conquer acquisition.

From birth all human beings can decode and acquire language. Human brains are input processing devices. As recent studies have shown, it does not matter the peripheral used as input method; i.e., the sense used for entering information in our brain does not matter much for the brain to process the input. Thus, scientists are developing devices to allow people with disabilities to see or hear via other senses, like listening to colors and feeling images. Brains are designed to process and decode information, no matter the type or the method. This seems to be the primary reason why babies are to fill in the blanks of the input they receive since they are born, finally acquiring language, and learning how to replace experiences by language structures. Thus, instead of living in the world, humans learn very early to live in language. And we learn this by being exposed, as a photographic camera exposes its sensors to light. To fulfill the need for exposure, language learners should be exposed to inputs as much varied as possible, no matter what are the structures they have studied before.
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Multiple Ways to Learn for Multiple Intelligences

High IQ doesn’t make a good language learner, but knowing the best way one understands the world can give us the best approach to learn a language.

High Intelligence Quotient (IQ) score does not mean high ability in language learning. Since scientist do not fully agree on the very definition of intelligence, any measurement standardization is impossible. Despite that, there are traditional IQ tests out there which measure indeed either someone’s knowledge or logical skills; neither are any real measure of one’s general intelligence, or g factor. The g factor is the overall measurement of one’s cognitive abilities, i.e., one’s abilities to perceive, process, and understand reality. Plus, nowadays it is highly spread and accepted the Theory of Multiple Intelligences (MI Theory) which states that the g factor could be only understood as an average of the development ratio of several different cognitive modules. At last, such measurement would not be helpful to measure someone’s cognitive skills, as the importance of measurement would rely on the different modules’ degrees to process distinct kinds of input data.
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Aprendizagem Ativa como Auto-Domínio

Aprender é uma ação. Então não depende só do professor o desenvolvimento dos alunos; é sua a missão de criar oportunidades para a independência deles.

Para que os alunos aprendam eles não precisam apenas ser ensinados. Aprender é um processo ativo e os alunos devem entrar nessa jornada, pisando cada passo do caminho. Ser capaz de aprender em qualquer lugar, ensinando a si mesmo, deriva de uma grande curiosidade sobre o mundo — e um pouco de obsessão também. Mas o caso é que não muitos alunos chegam à sala de aula sabendo como aprender; é trabalho do professor mostrar a eles como fazê-lo de maneira autônoma.
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Active learning to master one’s self

Learning is an action. Thus, it does not depend entirely on the teacher to make students develop. But it is his responsibility to create opportunities for their independence.

For the students to learn they do not need to be taught only. Learning is an active process and a student must find himself in an active journey, stepping every inch of it. This capacity of learning everywhere, self-teaching oneself, comes from a powerful curiosity about the world — and a little bit of an obsession. But the case is that not many students arrive the classroom already knowing how to learn; it is, therefore, part of the teacher’s job to show them how to do it, independently. Continue reading “Active learning to master one’s self”

Consciência como Domínio do Ensino de Segunda Língua

O ensino de língua é um processo de construção de uma consciência de linguagem. É parte do trabalho do professor pavimentar essa via.

Nem todo mundo sabe ensinar uma língua. Para ensiná-la, é preciso não só saber como se usa essa ferramenta, mas também é necessário estar consciente da própria língua e saber como encontrar os caminhos de transmissão desse conhecimento para os outros. Os aprendizes esperam lidar com um conteúdo ao mesmo tempo digerível e instigante, assim o professor deve oferecer a análise apropriada que torne possível comer esse elefante: um bife por vez. Ensinar uma segunda língua é menos uma atividade de instrução de processes de operação de uma nova ferramenta do que é uma experiência de coaching na qual o professor desempenha um papel ao mesmo tempo de um instrutor e de um líder para inspirar os aprendizes nesse novo modo de viver. Continue reading “Consciência como Domínio do Ensino de Segunda Língua”

Awareness as Key to Master Second Language Teaching

Language teaching is a process of building the conscience of language. It’s thus part of the teacher’s job to set this way on.

Not everyone can teach a language. As to teach it, one does not only need to know how to use this tool, but it is necessary to be aware of the language itself and to know how to find the ways to show this knowledge to others. The learners expect to deal with a content at the same time edible and engaging, so the teacher is to offer them the proper analysis that makes possible eating this elephant: a steak at a time. Teaching a second language is less an activity of instructing on instrumental processes of a new tool’s operation principles than an experience of coaching in which the teacher performs a role both of an instructor and a leader to inspire the learners in this new way of living.

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Tsunamis de um Salto de Sapo. Traduções do Haicai de Basho

Uma antologia de traduções do Haicai do Sapo, o poema japonês mais influente da história.

Cai dentro. Aqui você vai ler um monte de traduções do mais importante poema da literatura japonesa. A gente falou um pouco dele no último post. E a despeito de não termos explorado ainda as reais dimensões de sua importância, eu acho que vale à pena conhecer essa miríade de traduções. Através dessas 29 tentativas de tradução, qualquer um consegue uma pista da complexidade de sentidos que o Totem Sapo carrega.

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A Tentação da Ignorância ou A Benção do Totem Sapo

O sapo de Matsuo Basho está pulando n’água desde 1686 e esse pequeno haicai ainda continua a nos iluminar. Aqui estão algumas das minhas “iluminações”.

Continuo sem saber japonês. E continuo tentando entender os sentidos escondidos atrás das traduções que consigo ler. Proximidade não é menor distância. (Heidegger) Essa é a razão pela qual sou compelido a ver mais do que meus olhos alcançam. No entanto tem alguma coisa que me perturba. Tudo que posso deduzir vem de comentários de traduções. Algum tipo de conhecimento alcançado talvez não por meios racionais, senão por algum tipo de iluminação. Tenho essa inquietude, de fato, porque em todas as traduções feitas até hoje somente percebem os fatos mais diretos expressos pelo poema. Todos deixam escapar uma coisa que participa da natureza do haicai. Todos se esquecem de que haicai também é caligrafia. Haicai também é desenho.

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Tsunamis of a Diving Frog. Basho’s Haiku Translations

An anthology of the Frog’s Haiku translations, the most influential Japanese poem in the world.

Jump in. Here you can read a bunch of translations of the most important poem of the Japanese Literature. We have talked a little about this haiku in our last post. And despite we didn’t explore yet the real dimension of its importance, I guess it’s worth knowing this myriad of translations. Throughout these 31 translation attempts, we can get a clue of the deeper meanings of the Totem Frog.

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